segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013



Pode ser simples, misturado, ansioso, bagunçado...
Mas ensaio é assim mesmo... O DUB também é um pouco disso...

LE GUZTA DUB?!

Experimentos alimentam argumentos para arriscar
Estão dentro de homens barulhentos, prontos para mudar
O ciclo a rotatividade, a energia que gera vontade
O medo passa a ser coragem
O foco certo para motivar

Venha dançar... Le Guzta Dub?!


Experimentos alimentam argumentos para arriscar
Estão dentro de homens barulhentos, prontos para mudar

Outro sistema, outro sentimento
Colorindo o corpo nesse momento
A música os cincos elementos
Ame-se, deixe-se amar...


Venha dançar... Le Guzta Dub?!


VEJA O QUE DEU:
http://vimeo.com/56343648


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Reforma íntima


Hoje me sobrou meia hora após o sagrado almoço e com isso posso postar uma música chamada Reforma íntima que escrevi e logo na sequência coloquei harmonia, inspirado no final de um ciclo de um trabalho de 8 anos no qual não me contentava mais e não me trazia sentimento de conquista, prazer e tão pouco alegria em acordar e encarar aquela energia... Um momento de renovação, transformação que me proporcionou e ainda me proporciona muitos ensinamentos bons... Fora esse episódio,  procurei passar um pouco sobre a mensagem do transformar e reformar o seu íntimo, seu corpo, seu ser que muitas vezes é esquecido e quando nunca lembrado muitas vezes grita em forma de doença mental ou corporal e é isso que muito me preocupa nas pessoas hoje, tanto jovens quanto pessoas mais velhas... O mundo corre e se não nos reformarmos somos engolidos por nós mesmos e ninguém além de nós poderá dar o devido socorro, pois é a alma quem chora quando começa  faltar esperança... Enfim, ai está REFORMA ÍNTIMA que pode ser ouvida também no meu https://soundcloud.com/guztasafer


Reforma íntima
Letra e melodia Guzta Sáfer

Tempo, trabalho forçado pra te controlar
Meio dia prato de comida, pra te acalmar

Acabou-se o tempo, passou a hora
Reza, ora, café, até o dia terminar
Eu não grito, não vomito, deixo todo sapo entrar
Me limito, não me demito, meu desrespeitar
Acabou-se a hora!

Bate então o sentimento de desilusão,
O vazio, asilo do alma, quase sem salvação
Isso tem que terminar!

Reagindo e seguindo sem olhar pra traz, sem penar...

Respirando, despertando, reforme-se já! Pra prosperar!





terça-feira, 8 de janeiro de 2013


Uma prece pra 2013! Uma prece que escrevi em homenagem a paz!


Paz em cada passo que passar
paz ao seu redor, paz... em seu caminhar.

Transborde tranquilidade mental
fortificará cada passo sem falsificar
Calcificará sua vontade pra realizar
tudo que tem direito e veio buscar
A sua fé move o que quiser
mesmo quando tudo parecer em vão
o sol mais uma vez nasceu e nascerá
trazendo a sua força pra iluminar

Seja o que seu coração desejar
purifique-se em cada amanhecer
com a sua própria benção de existir
por se responsabilizar em ser você.
agradeça a si próprio por se movimentar
seja em pensamento ou no materializar
sua hora chegou, o que foi o ontem senão o agora?

Paz em cada passo que passar
paz ao seu redor, paz... em seu caminhar.


                                                         ff# @guztasafer



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Troque suas canetas periodicamente



Eu disse TODAS em letras garrafais mesmo!

        O grande lance é que sempre na hora em você mais precisa, você não as tem! 

         É como grandes amigos que nem sempre são “pau pra toda obra”, mas há sempre quem pense: “Eu graças a Deus, desse tipo de amigo não tenho”. Pensamento inocente vindo de quem sustenta a velha frase feita “O cara quando tem amigos tem tudo na vida.” Esse com certeza deixou de assinar um belo contrato por falta de tinta na caneta ou pior, na impressora. Bom, você deve estar me achando um revoltado sem amigos do tipo workaholic, mas pelo contrário, prova disso pra quem bem me conhece.

          Bato nessa tecla porque tudo há vantagens e desvantagens. É como o caminho do meio trazido pela filosofia oriental, mas que em outra oportunidade aprofundo mais a viagem, resumindo, nem oito nem oitenta.


          Uma hora você adora sua caneta, ao deliciar-te na assinatura de um cheque que lhe proporcionará o melhor tênis ou sapato, que nada mais é do que uma mercadoria momentânea, como todas as drogas ilegais, senão piores até, as drogas legais, mas essa é uma viagem ainda maior que não vem ao caso por agora. O fato é que, nunca confie somente nos amigos, muito menos nos amigos mais próximos, eles não são um produto, são seres humanos.


             Quando digo confiar, não no sentido da falsidade, mas sim no sentido de não poder tê-los a toda hora e isso é saudável para todos! Essa relação “independente futebol clube” será benéfica, valorizando ainda mais essa amizade.

             Por isso, sem exitar ou questionar, troque as canetas periodicamente, mas não esqueça as velhas, pois as mesmas sempre deixarão sua lembrança, seja através de cheques assinados, contratos, recebimento do sedex tão esperado, poemas até a lista para sua compra do mês. O que mudou foi a embalagem ou apenas o tubo de tinta.


            Agora, as canetas de ouro, essas, nunca jogue-as fora, muito menos venda! Guarde-as sempre para se possível passá-las aos seus filhos como um belo exemplo de valor.

por @guztasafer

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Porque Votar em Ricardo Young 430

Ricardo Young 430 - O senador da Marina Silva.


O pai fundou a escola de idiomas Yazigi e a  Fundação SOS Mata Atlântica. A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação  profissional.
Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos  e levou-a ser um dos maiores cases de sucesso de franquias no  mundo.

Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e  foi presidente da associação por 3 mandatos consecutivos. Fez parte dos movimentos estudantis na época da  ditadura militar brasileira. Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o  movimento devido às sua crença na não-violência.
Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo do  termo ter sido inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da  Terra – A declaração de princípios éticos e fundamentais para construção  de uma sociedade justa, sustentável e pacífica.
Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.
Autor do programa de capacitação de  professores  no Institute for the Advancemente of Philosophy for  Children, na Montclair State University.

Voluntário em capacitação de professores em  escolas públicas, devido ao seu interesse de educação por  qualidade.
Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases  Empresariais onde implementou projetos de adoção de escolas públicas por  parte de empresas.

Presidente do conselho deliberativo do instituto  Ethos. Fundador do Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o  instituto com suas participações  em fóruns internacionais como   o Pacto Global das Nações Unidas, o Global Report Iniciative , a 26000, o  fórum Econômico Mundial. Iniciou  a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma nova dimensão nos negócios.

Um dos três fundadores do Movimento Nossa São  Paulo. Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.
Convidado para participar do projeto Elias – do  Massachussets Institute of Technology para incentivar a inovação de  lideranças sistêmicas ligadas à sustentabilidade.

No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e,  juntos com outras lideranças empresariais e ambientais, conceberam o  movimento Brasil Sustentável, que visa engajar diversos setores da  sociedade – empresas, governos, academia e organizações da sociedade civil  – na construção de uma sociedade responsável, justa e sustentável.


Ricardo sonha com uma sociedade de pessoas  felizes, com qualidade de vida.  Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade. Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não  violência de Ghandi, Músico e compositor de violão erudito e muitas outras  coisas que não cabem numa página, mas estão publicadas em sua biografia.  

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

#Marina43

A FOME DE MARINA 

 
Por José Ribamar Bessa Freire
(Professor, coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ) e pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO)
 
 
              Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: "Lula é analfabeto". Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva , que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, "porque ela tem cara de quem está com fome".
              Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.
              Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana.
              Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.
              Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados.
              De um lado, reforçam a ideia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição "sine qua non" para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política.
              A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio."Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel.../ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!".
              Nenhum dos dois - nem Caetano, nem Rita - têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representam.
              A senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito da roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale? Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?

              O mapa da fome:
              A primeira fome de Marina é, efetivamente, fome de comida, fome que roeu sua infância de menina seringueira, quando comeu a macaxeira que o capiroto ralou. Traz em seu rosto as marcas da pobreza, de uma fome crônica que nasceu com ela na colocação de Breu Velho, dentro do Seringal Bagaço, no Acre.
              Órfã da mãe ainda menina, acordava de madrugada, andava quilômetros para cortar seringa, fazia roça, remava, carregava água, pescava e até caçava. Três de seus irmãos não aguentaram e acabaram aumentando o alto índice de mortalidade infantil.
              Com seus 53 quilos atuais, a segunda fome de Marina é dos alimentos que, mesmo agora, com salário de senadora, não pode usufruir: carne vermelha, frutos do mar, lactose, condimentos e uma longa lista de uma rigorosa dieta prescrita pelos médicos, em razão de doenças contraídas quando cortava seringa no meio da floresta. Aos seis anos, ela teve o sangue contaminado por mercúrio. Contraiu cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose.
              A fome de conhecimentos é a terceira fome de Marina. Não havia escolas no seringal. Ela adquiriu os saberes da floresta através da experiência e do mundo mágico da oralidade. Quando contraiu hepatite, aos 16 anos, foi para a cidade em busca de tratamento médico e aí mitigou o apetite por novos saberes nas aulas do Mobral e no curso de Educação Integrada, onde aprendeu a ler e escrever.
              Fez os supletivos de 1º e 2º graus e depois o vestibular para o Curso de História da Universidade Federal do Acre, trabalhando como empregada doméstica, lavando roupa, cozinhando, faxinando.
              Fome e sede de justiça: essa é sua quarta fome. Para saciá-la, militou nas Comunidades Eclesiais de Base, na associação de moradores de seu bairro, no movimento estudantil e sindical. Junto com Chico Mendes, fundou a CUT no Acre e depois ajudou a construir o PT.
              Exerceu dois mandatos de vereadora em Rio Branco , quando devolveu o dinheiro das mordomias legais, mas escandalosas, forçando os demais vereadores a fazerem o mesmo. Elegeu-se deputada estadual e depois senadora, também por dois mandatos, defendendo os índios, os trabalhadores rurais e os povos da floresta.
              Quem viveu da floresta, não quer que a floresta morra. A cidadania ambiental faz parte da sua quinta fome. Ministra do Meio Ambiente, ela criou o Serviço Florestal Brasileiro e o Fundo de Desenvolvimento para gerir as florestas e estimular o manejo florestal.
              Combateu, através do Ibama, as atividades predatórias. Reduziu, em três anos, o desmatamento da Amazônia de 57%, com a apreensão de um milhão de metros cúbicos de madeira, prisão de mais 700 criminosos ambientais, desmonte de mais de 1,5 mil empresas ilegais e inibição de 37 mil propriedades de grilagem.
              Tudo vira bosta!
              Esse é o retrato das fomes de Marina da Silva que - na voz de Rita Lee - a descredencia para o exercício da presidência da República porque, no frigir dos ovos, "o ovo frito, o caviar e o cozido/ a buchada e o cabrito/ o cinzento e o colorido/ a ditadura e o oprimido/ o prometido e não cumprido/ e o programa do partido: tudo vira bosta".
              Lendo a declaração da roqueira, é o caso de devolver-lhe a letra de outra música - 'Se Manca' - dizendo a ela: "Nem sou Lacan/ pra te botar no divã/ e ouvir sua merda/ Se manca, neném!/ Gente mala a gente trata com desdém/ Se manca, neném/ Não vem se achando bacana/ você é babaca".
              Rita Lee é babaca? Claro que não, mas certamente cometeu uma babaquice. Numa de suas músicas - 'Você vem' - ela faz autocrítica antecipada, confessando: "Não entendo de política/ Juro que o Brasil não é mais chanchada/ Você vem... e faz piada". Como ela é mutante, esperamos que faça um gesto grandioso, um pedido de desculpas dirigido ao povo brasileiro, cantando: "Desculpe o auê/ Eu não queria magoar você".
              A mesma bala do preconceito disparada contra Marina atingiu também a ministra Dilma Rousseff, em quem Rita Lee também não vota porque, "ela tem cara de professora de matemática e mete medo". Ah, Rita Lee conseguiu o milagre de tornar a ministra Dilma menos antipática! Não usaria essa imagem, se tivesse aprendido elevar uma fração a uma potência, em Manaus, com a professora Mercedes Ponce de Leão, tão fofinha, ou com a nega Nathércia Menezes, tão altaneira. 

              Deixa ver se eu entendi direito: Marina não serve porque tem cara de fome. Dilma, porque mete mais medo que um exército de logaritmos, catetos, hipotenusas, senos e co-senos. Serra, todos nós sabemos, tem cara de vampiro. Sobra quem?
              Se for para votar em quem tem cara de quem comeu (e gostou), vamos ressuscitar, então, Paulo Salim Maluf ou Collor de Mello, que exalam saúde por todos os dentes. Ou o Sarney, untuoso, com sua cara de ratazana bigoduda. Por que não chamar o José Roberto Arruda, dono de um apetite voraz e de cuecões multi-bolsos? Como diriam os franceses, "il péte de santé". 

              O banqueiro Daniel Dantas, bem escanhoado e já desalgemado, tem cara de quem se alimenta bem. Essa é a elite bem nutrida do Brasil...
              Rita Lee não se enganou: Marina tem a cara de fome do Brasil, mas isso não é motivo para deixar de votar nela, porque essa é também a cara da resistência, da luta da inteligência contra a brutalidade, do milagre da sobrevivência, o que lhe dá autoridade e a credencia para o exercício de liderança em nosso país.
              Marina Silva, a cara da fome? Esse é um argumento convincente para votar nela. Se eu tinha alguma dúvida, Rita Lee me convenceu definitivamente
.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Psoríase

  

Assim, conhecendo de perto a aflição de quem sofre com essa doença, resolvi compartilhar com
vocês algumas orientações para quem já vem lutando contra essa doença.

1. Não se luta CONTRA um sintoma. SE ESCUTA O SINTOMA! Qualquer sintoma que
você tem não é seu “arquiinimigo” contra o qual você precisa lançar mão da sua arma de mais alto
calibre! Ele é apenas um mensageiro dizendo que algo em sua vida anda mal conduzido. TODO
sintoma tem um sentido, você precisa descobrir qual o sentido do seu sintoma.

2. A psoríase é considerada uma “doença” por excelência psicossomática.
Ou seja, algo em
você não está bem resolvido emocionalmente e se manifesta no corpo. Na verdade, quase tudo
acontece assim: do “psi” (mente) para o “somático” (corpo). A pele é nossa primeira proteção e
é o que as pessoas vêem em primeiro lugar. A pele, de acordo com medicina chinesa, é regida
pelo elemento metal, que é o elemento que nos dá a capacidade de nos protegermos na vida. É
ele também que nos dá a capacidade de romper laços nocivos e aceitar as perdas de forma mais
equilibrada. Esse é o elemento responsável por nossos processos de limpeza, sejam elas emocionais,
energéticas, ou mesmo físicas, ou seja, ele faz a limpeza do “lixo” que guardamos. Com essas
informações em mãos, se avalie, se pergunte como você tem lidado com essas questões em sua
vida, pare para pensar em que momento o sintoma surgiu. Respondidos esses questionamentos,
analise bem as respostas e se pergunte se elas demonstram equilíbrio emocional da sua parte. Cuide
da sua mente, faça psicoterapia, conheça-se melhor, entenda a mensagem do seu sintoma e mexa-se
para a mudança!

3. CORTE RADICALMENTE A LACTOSE.
Alguns terapeutas da medicina tradicional
chinesa tecem algumas considerações acerca da intolerância à lactose relacionada aos quadros de
psoríase. Então resolvi testar a tese dos colegas: pedi ao meu paciente pra cortar radicalmente a
lactose de sua alimentação. Resultado: em apenas uma semana sem lactose já apresentou melhora
significativa, melhora essa que foi crescendo ao longo do tempo. Nossa dependência do leite é
muito mais emocional do que qualquer outra coisa, sei que muitas pessoas não conseguem imaginar
sua dieta sem lactose, mas o benefício de uma dieta sem lactose pode ser infinitamente maior do
que um possível incômodo.

4. FALE. Abra seu coração, converse, não guarde mágoas, nem leve desaforo pra casa.
Absolutamente não estou aconselhando você a sair dizendo o que quer e magoar as pessoas a
torto e a direito. NÃO! Mas lembre-se: tudo pode ser dito, dependendo de como é dito. Isso é um
exercício de autodefesa. Não permita que as pessoas magoem você, nem aceite calado aquilo que
lhe incomoda. Conversando, tudo se resolve.